1) Em que variedade de galego-português é que seriam as ediçoes para a Lusofonia e as co-ediçoes com editoras portuguesas e brasileiras mormente?
Achamos que, no mundo atual, pensar em fazer um produto cultural "para dentro" e outro "para fora" parece um pouco absurdo, porque o mercado cultural acaba por ultrapassar essas fronteiras, e nós próprios teríamos interesse em que assim seja.
2) Nom seria mais próprio que houvesse UMA EDITORA (1) lusófona, galega ou co-editora com outras lusófonas nom galegas, que para a Galiza editasse mesmo em Norma AGAL, mas que publicasse toda a produçom surgida dos diversos grupos reintegracionistas?
Seria magnífico que existisse essa editora lusofona, reintegracionista, galego-luso-brasileira, ou como queiramos denominá-la, mas no nosso programa falamos só do que tentaremos fazer na AGAL como editora, nom de projetos que podem ser muito interessantes mas nom som o tema a tratar agora.
3) Em que norma do galego-português estarám as publicaçons da AGAL quanto que editora?
Supomos que irá depender do autor. Nom deveria corresponder-nos a nós pôr umha norma ou outra, ainda que, evidentemente, se se tratar de textos emanados diretamente da AGAL (tipo estudo crítico, etc.), deverá seguir a normal da AGAL
4) Que vai acontecer com a Gze-ditora?
A GZe-ditora continuaria a prestar os seus bons serviços. A nossa intençom é ampliar os seus conteúdos tanto em número como em variedade de formatos, inclusive gostaríamos de ter a capacidade de poder criar no PGL umha biblioteca, o mais ampla e interessante possível, de documentos em formato digital e especialmente dos números antigos da Agália.
